Por Jaz Fulton
12 de dezembro de 2025
As estratégias cibernéticas sempre giraram em torno de um objetivo central: manter os atacantes do lado de fora. Firewalls e soluções de detecção em endpoints formaram a linha de frente. Mas as redes atuais são vastas, híbridas e estão em constante mudança e o perímetro nunca foi tão fácil de ser invadido. Uma vez dentro, os atacantes conseguem se mover lateralmente pelo ambiente, mapeando sistemas de forma silenciosa e identificando os dados e infraestruturas mais valiosos para exploração.
Como explica Daisy Spiridopoulos, VP de Marketing da Zero Networks:
“Está se tornando cada vez mais difícil definir o que é o perímetro de uma rede corporativa. O que precisamos ter em mente é que, neste ponto, uma violação é inevitável… O objetivo não é impedir uma violação; o objetivo é impedir uma violação bem-sucedida.”
Essa ideia está no cerne do que chamamos de Era do Defensor, uma mudança de modelos de segurança reativos para o desenho de redes capazes de conter ataques automaticamente, mesmo após o acesso inicial.
Na Era do Defensor, resiliência não significa correr atrás de alertas ou tentar prever todos os vetores possíveis de ataque. Trata-se de limitar o que os atacantes conseguem fazer depois que entram especificamente, impedir o movimento lateral para que as ameaças não se espalhem nem escalem.
É aí que a microsegmentação automatizada assume um papel crítico. Ao impor acesso de menor privilégio entre sistemas e identidades, a microsegmentação cria limites de contenção que impedem a movimentação livre dos atacantes pela rede. Historicamente, essa abordagem era poderosa, porém difícil de implementar. Hoje, a automação mudou esse cenário.
“Implementar microsegmentação é tão urgente hoje quanto sempre foi. Entre 60% e 70% de todas as violações exploram movimento lateral. O ransomware está se tornando uma indústria de trilhões de dólares. Ele não vai desaparecer tão cedo, e o movimento lateral é o principal mecanismo do seu sucesso. Se você interrompe o movimento lateral, você interrompe o ransomware. A melhor forma de fazer isso é com microsegmentação.”
— Daisy Spiridopoulos, VP de Marketing da Zero Networks
A Zero Networks foi criada para tornar a microsegmentação viável em escala, descobrindo ativos automaticamente, aprendendo padrões de tráfego e aplicando políticas sem esforço manual ou impacto operacional. O resultado é uma rede que se defende por design, viabilizando uma verdadeira resiliência cibernética.
Como a Zero Networks Habilita a Resiliência dos Negócios
Em sua essência, a Zero Networks promove resiliência de negócios por design, não por meio de mais alertas ou controles manuais, mas impedindo que violações se espalhem. Ao automatizar controles de rede baseados em identidade e contenção, a Zero Networks elimina o movimento lateral, a principal causa de ransomware em larga escala e exposição de dados.
A plataforma substitui projetos de segurança longos e intensivos em mão de obra por microsegmentação automatizada que se adapta conforme o ambiente evolui. As ameaças são isoladas antes de causar interrupções operacionais, enquanto as equipes de segurança recuperam milhares de horas antes gastas com a gestão manual de políticas. O resultado é uma aplicação mais rápida de Zero Trust, menor custo operacional e proteção que escala sem aumentar o headcount mantendo o negócio em funcionamento mesmo sob ataque ativo. Veja em cybergate.solutions e saiba como a Zero pode aumentar a sua resiliência cibernética.